eu amo artesanato

vou mostrar uns trabalhos meus e de outros artistas.

O PLANO DIRETOR DE PORTO ALEGRE VAI MUDAR!
A questão é se vai mudar pra melhor ou pra pior!!!


isso voce só vai definir se você for votar...


Audiência Pública 26 de maio, às 8h da manhã, Salão de Atos - UFRGS
















SÓ VOCÊ pode mudar o Plano Diretor
Prá Melhor!
Vamos garantir a preservação da zona sul rural e verde para as próximas gerações.

Toda a dor do Mundo

Hiroxima Hiroxima Meu Amor (1960) é o texto que Duras escreveu para o filme de Alain Resnais. Passa-se no Verão de 1957 e conta a breve história de amor entre uma actriz francesa que está em Hiroxima para fazer um filme, e um engenheiro japonês. Deitados, nus, numa cama de hotel, falam sobre Hiroxima. "Tu não viste nada em Hiroxima, nada" - é a primeira frase do texto. Duras: "Para mim, isso quer dizer "não verás nunca nada, não escreverás nada, não poderás nunca dizer nada sobre este acontecimento". Foi a partir da impotência em falar da coisa que fiz o filme." Para Duras, o indizível, o horror, é Hiroxima, como é o Holocausto. É toda a dor do mundo.

A Rosa de Hiroxima/ Vinícius de Morais


Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rosas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroxima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem roda sem nada.

Origem do meu nome


Capitulo IV : A Explosão - Resnais em Hiroxima
Mas apesar do seu estrondoso sucesso, Truffaut foi apenas o primeiro dos jovens cineastas a brilhar. Aliás, não foi bem o primeiro, já que Le Beau Serge de Claude Chabrol tinha estreado no final de 1958. Mas acabaria por ser o sucesso do filme de Truffaut a revalorizar o próprio filme de estreia de Chabrol junto do público e da crítica, que receberam de braços abertos os trabalhos dos jovens autores.Claude Chabrol
O próprio Chabrol tinha já realizado dois filmes nesse ano, À Double Tour e essencialmente Les Cousins, um belíssimo trabalho capaz de ofuscar muitos dos títulos maiores do movimento. A verdade é que o público acorreu ás salas para ver os filmes, nunca no mesmo número dos filmes da “indústria”, mas de uma forma que poucos previram. E a critica, desde Sadoul até aos jornais generalistas de Paris e da província, aplaudiram o novo estilo, extremamente fresco e inovador, que estes jovens pareciam ter.
No mesmo ano, Alain Resnais volta à carga, desta vez com a sua primeira longa-metragem. O seu notável trabalho desenvolvido nos anos 50 teria agora continuação numa profunda longa-metragem, escrita a meias com a escritora (e também autora de filmes, como o prova Índia) Marguerite Duras, que se tornaria rapidamente num dos ícones do movimento, e, seguramente, num dos filmes mais belos da história do cinema. Hiroxima Mon Amour era tudo o que os filmes anteriores de Resnais tinham e muito mais. Um filme sobre a memória, sobre o esquecimento, sobre o passado, sobre a dor e o amor, tendo como cenário a cidade japonesa de Hiroxima, onde dois amantes relembram os dias tristes da guerra, não só no Japão mas também no norte de França.
Filmado com extrema sensibilidade, com um tom quase documental no primeiro quarto de hora (influência directa do trabalho de Chris Marker, parceiro inseparável de Resnais então) e com dois desempenhos que se integram no filme como dedos numa luva, Hiroxima Mon Amour rapidamente foi aclamado por tudo e por todos. A Nouvelle Vague manifestava-se de uma outra forma – Resnais foi sempre o mais introspectivo de todos os realizadores, o mais distante do movimento –mas com igual sucesso.Esta era claramente a prova que faltava. O sucesso total dos primeiros trabalhos, tanto de Truffaut, como de Chabrol e também de Resnais, acabariam por escancarar todas as portas que teimavam em ficar fechadas. No final de 1959 a Nouvelle Vague estava em “estado de graça”. Ficaria assim até 1963. Até lá, nada mais parecia importar!

Festa


É sábado
Chego na Rodoviária
Desanimada
O destino é Rio Grande
O destino é uma festa
O destino nós escolhemos...
Antes de embarcar, o antidepressivo,
no caminho, o sono,
ao chegar: o sonho.
O sonho realizado!
A amizade, o amor e a força.
A festa é a comemoração da vida
que após tantos anos de luta
promete o céu: aqui.
Uma festa pra unir Juliana e Jairo,
Uma festa pra celebrar a vontade de viver,
de ser feliz
de ter uma família.
De sermos uma família.
Uma festa pra celebrar que estou muito melhor do que na sexta,
que estamos muito melhor do que sozinhos
que a alegria ainda é a melhor coisa que existe.
O ritual construído por meus irmãos (e seus amigos)
pra celebrar essa união
foi um presente prá todos nós.
Desejo que seja um presente pra vida inteira:
Minha,
Nossa,
Deles,
De todo o mundo.
Juju e Jairo, Parabéns pra vocês
Muito Obrigada
pela oportunidade de estar com vocês
nesta vida
nesta festa
neste amor.
Um beijo da Mana Hiroxima

A vida vale a pena ser comemorada

Queridos amigos e amigas,
todos sabemos que não tá fácil enfrentar tantos atropelos, tropeços, noites sem dormir, dores de cotovelo, fossas e ressacas...
sabemos, no entanto, que a melhor parte é que agente tá agüentando tudo isso
e tá pronto pra agüentar mais ainda!
Por isso, temos a certeza de que a vida não apenas vale a pena ser vivida
como vale a pena ser comemorada com os amigos.
Assim, Te espero pra comemorar meu aniver neste show muito legal,
nesta quarta-feira.
Estaremos lá a partir das 20:30 pois o show começa pontualmente às 22h. Quem já viu sabe que não dá pra perder. Só dez pila. Um beijo Xima